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Finais da Liga

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Vou inaugurar um tema novo aqui no blog (já que ele anda tão atirado as traças). As finais da NBA.

Lembro que assisto basquete desde pequeno, apesar de ele não passar muito seguido nas TVs daqui. Os jogos da seleção (únicos que passavam mais ou menos) não me chamavam a atenção. Quando pudia, via a NBA na Band. Mas era muito raro passar. Mas tenho ainda na minha cabeça coisas como Michael Jordam, “Magic” Johnson, Larry Bird, Patrick Ewing, Scottie Pippen, entre outros monstros. Depois, acompanhava apenas ocasionamente.

Bem, minha condição financeira melhorou, coloquei uma TV a cabo lá em casa. E, por sorte, pude ver todo os jogos das finais da NBA, entre o Dallas Maverick e o Miami Heat.

Conhecia um pouco sobre os jogadores. Sabia que Dirk Nowitzki era um senhor jogador, que o velho Jason Kidd jogava muito, conhecia Dwayne Wade e Chris Boch. E, queria ver acima de tudo, Le Bron “King” James.

No final, estava torcendo pelos Mavericks, pois achava o Heat mais time. Mas estava enganado. O pessoal de Miami se escora demais nas costas de seu “trio de ouro”, enquanto os texanos tem um conjunto mais forte e equilibrado, e, conforme as partidas iam avançando, bem mais concentrado e melhor treinado.

James foi a decepção em pessoa. Em nenhum momento foi o grande jogador que todos nós sabemos que pode ser. Wade foi o grande jogador dos Heat, mas não foi o bastante. Bosh foi eficiente, mas o ex-Toronto Raptors não foi determinante.

Alias, nenhum jogador o foi. Do lado do Mavericks, a grande figura foi Nowizki, mas ele alternou bons e maus momentos a série inteira. Claro, quando necessário, ele fez a diferença.

O importante na final foi o conjunto texano. Os jogadores entravam e saiam, e o time não decaia muito. Diferente do Miami, que, com Le Bron James em mau momento e (depois do 5° jogo) Dwayne Wade lesionado, simplesmente morreu em campo.

Essa é aquela lição que o esporte coletivo nos ensina, desde sempre. Não é montar um conjunto de estrelas, só fazer um bom time, bem treinado e com vontade.

Isso, os Mavericks tiveram, os Heat não.

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Written by Dyeison Martins

14 de junho de 2011 at 14:19

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A verdadeira mágica

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Afinal, o que é o verdadeiro talento, a chamada genialidade? Isso é uma conversa gigantesca, tema para trocentos livros escritos por autores cujo nome se pronuncia de maneira muito diferente do que se escreve (por exemplo, me diz como para nós latinos, tu consegue ligar a palavra Nietzsche – que só recentemente descobri como se escreve sem consultar o Google – com Nitchi? E todos aqueles “zês” e “esses” lá no meio?).

Para mim a verdadeira genialidade, e como já disse isso é discutível, é conseguir fazer o difícil parecer fácil. O “gênio” (essa palavra se vulgarizou muito nos últimos anos) é aquele cara que consegue fazer coisas muitos difíceis com relativa facilidade. É aquele cara que faz equações complicadas com um simples raciocínio lógico, não com um grande método. É tipo o Michael Scofield do Prison Break, que ninguém até hoje entendeu como conseguiu fazer tudo aquilo, e com um tumor no cérebro (quem viu o seriado sabe do que eu estou falando).

Porque eu falei sobre isso? É que nessa semana finalmente foram aceitos no Hall da Fama do Esporte a Seleção Norte-Americana de Basquete, que disputou as Olimpiadas de Barcelona de 1992. Lembraram?

Aqui vai a escalação do, como depois foi chamado, Dream Team: Scottie Pipper (Chicago Bulls), Charles Barckley (Phoenix Suns), Patrick Ewing (New York Knicks), Clide Dexter (Portland Blazers), e o trio de ouro: Larry Bird (Boston Celtics), “Magic” Johnson (Los Angeles Lakers), e claro, Deus Michael Jordan (o 23 eterno dos Chicago Bulls), entre outros grandes nomes.

Sequer da para comentar o que foram esses caras jogando juntos.A forma com que eles tocavam a bola, desmontavam sistemas de defesa inteiros apenas com o passe certo para o cara posicionado no lugar certo. Como eles passavam pelos marcadores atônitos, que não entendiam como parecia ser impossível parar aqueles homens.

Para falar de futebol, que é um assunto que eu entendo bem mais que basquete, é no mínimo do mesmo nível do que foi a seleção brasileira de 70, ou a holandesa de 74. Mas algo que não é racional ou sequer explicável em palavras me diz que eles foram superiores a tudo isso.

Talvez seja simplesmente o que dizem que foi. Um sonho.

Written by Dyeison Martins

20 de agosto de 2010 at 16:42

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Knights of the Old Republic: RPG para Jedi

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Apesar de ainda não ter dedicado nenhuma página desse blog a Star Wars, creio que mais de uma vez fiz referências a trilogia, e ao fato de ser fã dela. Analisar os filmes seria um trabalho longo, e me obrigaria a ter de ver todos eles de novo (o que para mim seria um sofrimento).

Recentemente chegou a minhas mãos o excelente jogo Knights of the Old Republic, para PC. Como a pouco terminei ele (tanto do lado da luz como o lado negro), nada melhor que o primeiro texto de Star Wars desse blog ser sobre o, considerado por muitos, melhor jogo do universo de George Lucas, e também um dos dez melhores da década.

Um RPG clássico, criado pela Bioware, usando o sistema do clássico Dungeons & Dragons. Acho que foi desenvolvido depois de Neverwinter Nights, esse para o medieval mundo de Forgotten Realms. Neverwinter Nights já havia sido recebido com festa e elogios, agora, KotOR consegue ser muito superior ao seu jogo “irmão”. E consegue também inovar no mundo de Star Wats.

A história se passa uns 4 mil anos antes da Batalha de Yavin (marco zero no mundo de SW, e para quem não sabe, é a batalha onde a Estrela da Morte é destruida por Luke Skywalker no final do Episódio IV). Existem muitos Jedi e muitos Sith, e a galaxia é ameaçada por um Lorde Negro chamado Darth Malak, discipulo de um morto Darth Revan. Com direito a texto amarelo passando num fundo espacial e tudo.

Depois de criar seu personagem (muito fácil, mesmo para quem nunca jogou D&D) o jogadores passa por um rápido tutorial numa navezinha, onde ele aprende os fundamentos de como jogar, trocar e usar itens, trocar de personagem, essas coisas. Ele cai no planeta de Taris, com a missão de resgatar a Jedi Bastila. Como é geralmente nesse estilo de jogo, nada é tão simples. Você vai ter que, entre outros, invadir bases Sith, vencer corridas de Swoop e desvendar enigmas. E seu grupo começa a se formar, já em Taris.

Após resgatar Bastila, o grupo vai até Dantoine para o principal (você) começar seu treinamento Jedi, e lá começa a grande missão da busca pelos Star Maps, que revelarão a localização de algo chamado Star Forge, algo que Revan e Malak já encontraram.

Existem muitas grandes sacadas no jogo. Alem de inumeras referências a situações e dialogos da Trilogia Clássica. Mas uma das coisas bacanas mesmo é o fato de que todos os seus aliados tem uma história que pode ser contada, e que no final levará a uma side quest. E conforme o seu relacionamento com eles, as reações serão diferentes. Destaque para o relacionamento do personagem principal com a Bastila. No meu caso pelo menos foi um romance a lá Han Solo (mestre) e a Princesa Leia. Romance esse que muda o desenrolar da história.

Olha, eu não vou ser trouxa de contar o final, até porque seria uma sacanagem. Mas entre as coisas que eu posso contar sem estragar o final é que foi mantido a realidade de poderes. Quando o principal descobre a “verdade”, ele está num nível tão alto que não existem inimigos com capacidade para enfrentá-lo, e ele só precisa ir trilhando seu caminho até o aguardado confronto com o Lorde Negro dos Sith (e destruindo míriades de oponentes, é verdade, mas é muito fácil).

Eu só admito que o final ficou um pouco fraco. Apenas umas pequenas animações, tanto para os dois lados. E a interessante descoberta pessoal que o Lado Negro não é o caminho, visto que enquanto no final do Lado da Luz existe toda uma mensagem positiva, romance, coragem, superação e até redenção, no lado negro o final é algo meio monótono. Mas mesmo assim, vale muito a pena. Olha que eu não curto muito esse estilo de jogo, pois acho muito demorado. Mas o jogo é rápido, não é preciso ficar parando para ganhar níveis, eles vêm naturalmente e na medida necessária. São apenas cerca de vinte horas de jogo, e elas valem a pena. Eu recomendo.

Written by Dyeison Martins

22 de fevereiro de 2010 at 17:23

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Danrlei vai se aposentar.

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Talvez seja um post meio amargo esse, já que fala de um dos meus ídolos de infância. Mas bem, Danrlei finalmente assumiu sua aposentadoria. Eu digo “assumiu” porque ele está aposentado já fazem uns dois ou três anos, apenas não admitiu.

Cara, quantas vezes o Danrlei salvou a gente em jogos terríveis. Bah, lembro de um Palmeiras x Grêmio que ele catou tudo, o que fez com que nós passássemos de fase (Copa do Brasil, se não me engano). Foi importante em diversos jogos. Podemos lembrar de poucas de suas falhas (acho que contra o Independiente, aqui), mas sempre temos que nos lembrar de suas defesas, os grenais onde ele segurou a barra.

Bem, agora acabou. Ele vai se aposentar, fazer seu último jogo no Olímpico, dia 12 de dezembro. Irão vários conhecidos jogadores, como Carlos Miguel, Mazzaropi, Dinho… A história do grêmio estará presente.

Todo gremista tem que comparecer.

Written by Dyeison Martins

18 de novembro de 2009 at 15:27

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Vamos torcer pela Argentina

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Está chegando a hora. As Eliminatórias para a Copa do Mundo estão terminando, depois de uma longa caminhada. Já existem os classificados, entre eles o Brasil. Mas vamos esquecer a amarelinha, que alternou bons e maus momentos desde o início da competição e hoje é um dos times mais fortes do mundo (novamente, ou como sempre). Vamos falar da nossa irmã, ou hermana, a Argentina. E porque ela precisa ir para a Copa.

Para começo de conversa, eu não sou um daqueles gremistas que chegam a ficar de tico duro quando vêem a Argentina jogar. Mas também não sou daqueles que julgam que deveríamos ter jogado uma bomba nuclear nela há muito tempo. De onde tiraríamos essa bomba, não faço idéia. Mas digam o que disserem, o Maradona era foda. Melhor que gente como Zico, Ronaldo (e o “inho” também) e tantos outros. Ok, ele cheirava de vez em quando, mas quem não?

Agora, a Argentina é uma potência do futebol. Seus times principais, como o Boca, o River, o Estudiantes, todos eles são referência no futebol latino-americano e mundial. Sua seleção já encantou o mundo mais de uma vez, desde os tempos do primórdio do futebol. Eles decidiram a primeira Copa do Mundo, no Uruguai, isso há mais de setenta anos. Seus jogadores estão entre os mais caros do mundo, de igual para igual com os brasileiros. Seu craque maior, Leo Messi, é talvez o melhor jogador do mundo.

Sim, o Maradona como treinador ainda não convenceu. Ele não conseguiu dar uma mecânica para a sua seleção. Os prazos foram apertados, mas ele já devia apresentar mais. As duas linhas de quatro ainda não deram o efeito desejado, apesar dos bons resultados em amistosos. Messi não desencanta, e começo a achar que ele é mais um da looonga lista de jogadores que jogam em clubes, mas nas seleções não são essas coisas.

Agora, eles precisam classificar. Uma Copa do Mundo sem Argentina é uma Copa do Mundo sem Itália, sem Alemanha, sem Brasil (sim senhor, o respeito é o mesmo lá para fora).  Fica sem graça não poder ver os clássicos confrontos Argentina x Alemanha, ou Itália, ou quem quer que seja. Eles são tão importantes para o futebol mundial como o Brasil. Então nós (não nós brasileiros, mas nós amantes do futebol) temos sim que torcer para a Argentina classificar. Na Copa, que ganhe o melhor.

Written by Dyeison Martins

7 de outubro de 2009 at 16:05

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