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Archive for the ‘Games’ Category

F1 2010 – The Game (primeiras impressões)

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Experimentei recentemente no Xbox 360 (não meu, evidentemente, vida de jornalista é complicada) o novo jogo da Codemasters. Formula 1 temporada 2010, para PC, Playstation 3 e Xbox 360. Primeiro jogo para PC desde o F1 Challenge. E para grandes consoles, desde o F1 06 para Play 2. Ano passado teve um jogo da Codemasters para o Wii, mas não tive oportunidade de testá-lo.

Quanto ao jogo, os gráficos ficaram fantásticos. Alias, hiper reais, com mais cores que existem na realidade. A jogabilidade ficou muito boa, nada de novo para quem já se acostumou com jogos anteriores de F1. Infelizmente só tive a oportunidade de pegar carros menores, mas depois eu falo mais disso.

O interessante mesmo do jogo é o modo carreira. Você pode escolher disputar de uma a sete temporadas. Quanto mais tempo, menores são suas equipes iniciais (comecei com a Lotus, a só haviam disponíveis também Hispania e Virgin). Você começa numa sala de imprensa, onde perguntam seu nome, nacionalidade e a equipe que vai começar. De início os carros pareceram fiéis ao original, ou eu comecei mal e andei lá atrás.

Tem o motorhome da equipe, onde fica sua agente. Fora dele ficam os reporteres, onde você pode falar com eles e selecionar respostas, que vão influenciar sua fama com a equipe. Há a possibilidade de correr pequenas corridas com outras equipes.

Quando você começa no campeonato, cada corrida tem suas metas (tal posição para a largada e tal para a corrida), e seu desempenho é sempre comparado ao de seu companheiro de equipe. Você faz treinos livres, depois os classificatórios, e por fim a corrida.

É um jogo bacana, bem complexo e divertido. Devo admitir que fui bem abaixo do esperado no Bahrein (odeio essa pista), mas mesmo assim terminei na frente do Trulli (HÁ). Só corri essa por enquanto, e depois pretendo escrever uma análise maior, depois de disputar um campeonato inteiro.

(Isso vai demorar, jogo só uma vez por semana na locadora).

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Written by Dyeison Martins

18 de outubro de 2010 at 14:35

Publicado em Automobilismo, Games

Top Gear e os pegas lendários

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Foi uma briga interna decidir sobre qual jogo foi o que eu mais joguei e gostei. Street Fighter (todos). F1 Challenge e Knights of the Old Republic, de PC, Pokemon do Game Boy, e International Super Star Soccer e Top Gear do SNES.

Decidi então pelo Top Gear. E eu não tinha essa fita. Então era ligar, assoprar ela quando não funciona (dizem que não fazia a menor diferença, mas pô, dava certo) e escolher o carro branco. Pois era o mais econômico, evidentemente.

E correr os pegas mais emocionantes que meu SNES já viu. Cuidando o combustível para fazer a parada no lugar certo, e tentando abrir uma vantagem considerável para o computador ou o adversário. E usando os nitros (naquele tempo chamados por mim turbos). Sim, eu era um piloto cerebrál já com os meus 6, 7 anos. Tolos é que pegavam o carrinho vermelho, que era muito rápido, mas bebia como um condenado.

Alias, alguem sabe quais eram os quatro carros? O vermelho eu sempre suspeitei que fosse uma Ferrari, por ser vermelho e ter um desenho parecido com o da marca italiana. Ele era muito rápido nas retas, bebia combustível adoidado e era pouco estável nas curvas. O roxo parecia um Porsche, rápido, com boa aceleração e consumia gasolina também. O azul eu não tenho idéia do que era, era o mais equilibrado no quesito consumo, velocidade. Meu preferio,  branco, era o mais lento, mas era estável nas curvas e pouco consumia, podendo as vezes terminar com um ou nenhum pit stop, enquando os outros tinham que parar uma ou duas vezes. Descobri n internet (por tanto não é ma fonte confiável) o nome desses carros: Cannibal (vermelho), Sidewinter (branco), Razor (roxo) e Weasel (azul).

As pistas eram varias, desde as primeiras nos Estados Unidos até o final no Reino Unido, passado por Japão, França (quem tem inclusive uma pista em Mônaco, com direito a túnel e tudo o mais) e América do Sul, entre outros. Não lembro qual era a minha preferida, lembro que depois de um tempo, os pits se tornavam comuns, e abrir vantagem e dosar nos nitros era a estratégia usada. Interessante que os carros menores não tinham problemas de combustível, então muitas corridas eles, mesmo sendo mais lentos, venciam com facilidade, enquanto era necessário ficar lutando por um podio ou até um quinto lugar para não perder o jogo.

Diversão garantida, músicas que se tornaram uma das trilhas mais importantes do SNES (junto com Super Mario World e Street Fighter II) e pegas alucinantes, não importa se você tem 6 anos e é 1996 ou 20 e é 2010.

Written by Dyeison Martins

3 de setembro de 2010 at 18:56

Publicado em Games

Pokemon do Game Boy

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É realmente necessário comentar a qualidade desse jogo? Quem não jogou (ou, vamos admitir, baixou o emulador) para jogar esse brilhante jogo, um dos melhores RPGs disponíveis no mercado?

Falo desde aquele primeirão, ainda do Game Boy preto e branco, o conhecido (e amado) Pokemon Fire/Red? Depois, no vácuo do desenho (bem meia boca, vamos admitir) saiu o Pokemon Yellow, que permitia o jogador começar com um Pikachu, diferente dos originais Charmander, Squirtle e Bulbasaur.

Foi essa a geração mais popular, tanto que depois foi revisitada (e ampliada) no Game Boy Advanced com a ótima série Pokemon Fire Red/Green Leaf. Nela, usando os recursos de um console mais poderoso, a história e personagens originais (mais alguns pokemons novos, e também umas poucas novidades). Foi um sucesso, apesar de ser apenas um golpe caça-níquel para ganhar dinheiro com uma mesma história. Só que isso não foi escondido. Remakes são válidos, exceto quando vira um Mega Super Hyper Street Fighter II Turbo Master of the World Warrior Championship and others Great Challenge Events Deluxe Edition.

O grande problema de Pokemon foi que acabou se criando uma aura infantil nele. Isso é meio que norma, na casa casa da Nintendo, com seus Marios e Zeldas da vida. Aquele desenho (que também fez um sucesso muito grande na década de 90) não ajudou muito.

Mas se o seu negócio em games é RPG (ou pelo menos curte), é um jogo variado, que pelo grande número e variedade de pokemons o permite criar modos completamente diferente de jogos. Não se trata só de zerar o jogo, ou capturar todos eles. É legal evolir eles, descobrir maneiras de tornar sua equipe mais competitiva e variada.

Um grande RPG, que muitas vezes não tem o valor merecido.

Written by Dyeison Martins

26 de maio de 2010 at 18:34

Publicado em Games

O novo Street Fighter (mas ainda é a mesma coisa)

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Admito que não sou um grande crítico de Games. Ok, entendo muito pouco, quase nada de games. Mas sei quando o jogo é legal e divertido. E o novo Street Fighter IV é fantástico.

Desde a abertura até o resto, tudo cai como uma luva. Os gráficos são muito bem feitos (meio caricaturais, é verdade). A jogabilidade sai sem problemas. Joguei num Xbox, e francamente, depois que terminei a conversão do joystick de Super Nintendo (os outros SF eu tinha jogado no teclado) para o novo controle, senti novamente a excitação das lutas.

Foi até com saudosismo que me vi novamente dando Hadoukens, Shouryukens com o Ryu. Mas agora com o melhor da tecnologia. Não eram mais pegas com a máquina, ou pela fichinha, mas com os meus amigos num teve de plasma. Vencer ainda é uma das melhores sensações do mundo, e perder a vergonha de passar o controle.

Personagens novos (tem um tal de Adam, um francês que luta Savate, me deu um baita trabalho), os clássicos Ryu, o viadinho Ken, Sagat, Vega, Bison, Balrog, Guile… Talvez hoje esses nomes não signifiquem muito, mas para nós que crescemos nos idos anos 90, num fliperama sujo ou num super Nintendo na casa dos primos, esses nomes significam muita coisa. E é automático, meia lua pra frente soco, e Hadouken.

E para melhorar, joguei numa locadora (cara, não sabia que ainda existiam). O ambiente é o mesmo, a diferença é que os freqüentadores eram todos uns velhos, jogando futebol ou Street. Estamos ficando mais velhos, mas ainda sabemos nos divertir.

Parece que vai vir o Super Street Fighter IV. O pessoal da Capcom não se cansa mesmo. Será que teremos daqui a alguns anos o Hyper Mega Street Fighter IV: The Máster Chalenge Turbo III?

Written by Dyeison Martins

20 de janeiro de 2010 at 15:08

Publicado em Games

jogos de futebol e corrida do tempo do êpa

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De saco cheio do Campeonato Brasileiro, e com o fim do Campeonato Mundial de Formula 1, não há muito mais para analisar em questões esportivas. Até poderia falar de tênis, ou baseball, mas não entendo nem um pouco esses esportes. Curto volley, tanto ver como jogar (geração Bernardinho, Giba e cia) . Mas também não me enche os olhos. Vamos voltar para os esportes originais. Como não há o que falar sobre eles na vida real, vamos para os games. E games antigos, que são a minha especialidade. Top Gear e International Superstar soccer.

Top Gear talvez seja um dos mais legais jogos de corrida de todos os tempos. Diferente da maioria dos jogos atuais, onde o importante é ficar brincando de designer com a porcaria dos carros modernos, o objetivo do jogo é sentar num carro e acelerar, até ganhar. Tem o clássico carro vermelho, que é muito rápido, e o carro branco (escolhido pela maioria, eu incluso) que é mais lento, porem mais econômico. No melhor estilo Alain Prost, eu deixava os outros carrinhos sair na frente, para depois vencê-los na estratégia. Esse sim é um jogo que vale a pena conferir. Como lembrou meu amigo Marcelo, “Horinzons” é a senha para abrir todas as fases.

International Superstar Soccer Delux, quem não passou horas, dias e meses jogando esse joguinho. Capitale, Redonda, Allejo, Sieke, Magnus, Galfano e tantos outros encheram o imaginário popular da gurizada. Jogos de futebol são simples, até hoje, é preciso conhecer o jogo de verdade para vencer. Não existe a grande quantidade de dribles e frescuras, mas de resto é sempre tudo na mesma coisas. Eu acho que já joguei todas as novas versões, tanto o PES quanto o FIFA. Para mim, é a mesma coisa, só que com nomes mais conhecidos. Ah, jogar o Futbol Brasileiro 96 também conta. Renato Gaúcho super fodão.

Para matar a saudade desses esportes, esses jogos são legais. O do SNES do Nigel Mansell também é legal e eu recomendo. Jogos do SNES, como eu já havia escrito antes, valem muito a pena. Emuladores bombando.

 

Written by Dyeison Martins

9 de novembro de 2009 at 15:46

Publicado em Games

Metal Gear Solid

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Houveram poucos jogos que eu disse: “que história foda cara”! Esse aqui foi certamente um deles, talvez O maior deles: Metal Gear Solid. E falo de toda a série, não só o primeiro capítulo, que joguei até cansar numa locadora perto de casa. Sim, eu admito, nuca comprei esse tal de Playstation, nem o um, o dois ou muito menos o três. Videogame está longe de ser algo importante na minha vida.

Não irei me delongar em coisas abstratas que não são de meu conhecimento, como gráficos e jogabilidade. Acredito que ambos os quesitos foram muito bem atendidos nos 3 principais jogos (não joguei o MGS 3, aquele que a história é com o Big Boss). Mas a trama, os personagens principais, toda a história, cara, aquilo torna o jogo fantástico. Daqueles que vale a pena gravar o final para mostrar para os amigos (como um parceiro meu fez).

O Solid Snake é o clássico herói durão, estilo Clint Estwood. Mesmo suas falas e seu estilo são característicos do cansado e atormentado soldado, que cumpre seu dever pela sua pátria, mas reclamando a cada passo dado. Os FOXHOUND do primeiro jogo também são clássicos. Liquid Snake, seu irmão gêmeo do mal. Revolver Ocelot, um velho cowboy que usa apenas revolveres. Psicho Mantis, um poderosos paranormal. StephenWolf, uma snipper loira e linda que é apaixonada por Otacon (ou não). Entre os nossos aliados temos o próprio Dr. Hal “Otacon” Emmerich, um nerd vidrado em animes. Gray Fox, o ninja cibernético. Meryl, uma bela moça que sonha ser soldado.

Esses são alguns dos personagens mais legais da história dos games. Depois no dois e no quatro vemos outros personagens clássicos. Vamp, Olga, Raiden, entre outros. Mas sempre somos lembrados dos Patriotas, grupo secreto que comanda os Estados Unidos. E quem os serve, como Solidus Snake, o atual presidente americano. Eles sim são os vilões da história. E daquele tipo de vilão que nunca sabemos quem é, nem podemos bater neles.

Descarreguemos nossa frustração nos Metal Gear, enormes robôs armados com ogivas nucleares que disparam todo tipo de coisa em ti. E dalhe lança-misseis na cara deles. Sim, isso pode parecer infantil, mas é muito legal fazer esse tipo de coisa.

O realismo do jogo é tudo. Quanto tu invade uma base militar, tu não pode simplesmente sair atirando em tudo que se move. Esconder-se, ser sorrateiro e eliminar que ficar no seu caminho de maneira rápida e discreta são essenciais. Claro que há momentos em que tu foge de uma base num carro (ou lancha) em alta velocidade, com um exército atrás. Ou as belíssimas cenas de diálogo, quando podemos nos movimentar, ou brigar. A luta final entre Solid e Liquid no 4 é uma das coisas mais fantásticas que eu me lembro em termos de games.

Sabem de uma coisa. Joguem esse jogo. Tanto o um, quanto o dois, o três e o quatro. São todos aclamados pela crítica como uns dos melhores jogos já feitos. E são FODA!

Written by Dyeison Martins

22 de outubro de 2009 at 16:22

Publicado em Games

Meu melhor amigo na infância

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Com o dia das crianças ontem, algumas pessoas resolvem cair em reminiscências sobre como eram bons os tempos como crianças. Antes de começar o assunto, quero lembrar-lhes que não era bom porra nenhuma. Tinha que ir para  escola, não podíamos ficar até tarde na rua, nem jogar jogos ou ver programas muito violentos. Não podíamos fazer nada, e queríamos crescer de uma vez para poder fazer tudo.

Ta, desabafo feito, agora vãos falar do que eu realmente queria falar. O meu melhor amigo na infância, o bom e velho Super Nintendo. Foram semanas, quem sabe meses perdidos com ele ligado. Jogando desde Tartarugas Ninjas, Final Fight, Street Fighter, International Superstar Soccer e tantos outros jogos inesquecíveis. O porque desse console ser tão querido e lembrado até hoje? Ele era bom. Simples assim.

Top Gear é um dos meus jogos de corrida preferido, com aquela trilha magnífica, que até hoje faz bandas de heavy metal fazer shows baseados nisso. O simples prazer de correr, sem ficar perdendo tempo com luzes néon e pinturas idiotas para a porra do carro. É só um carro porra, ele tem que ser rápido, não parecer um carro alegórico que se perdeu do desfile.

Nigel Mansell World Racer foi o primeiro jogo de corrida na primeira pessoa. Acho que um dos únicos momentos em que odiei o Senna foi tendo ele como rival nas pistas. Mas ele sempre tomava, dei uma volta nele em Mônaco, para ele aprender a deixar de ser bobalhão.

O artilheiro máximo Allejo, centroavante da seleção brasileira. O ataque terrível da Argentina, Capitale e Fuerte. Sieke, matador alemão. O nego suíço Magnus. Todos esses e mais alguns eram os heróis de International Superstar Soccer Deluxe. Baseados nos jogadores da Copa de 94. Para ser exato: Bebeto ( e não Romário, como geralmente se pensa), Batistuta e Canniggia, Klismann e o tal de Magnus não faço idéia de quem seja.

O cansativo Super Mario World, que apesar de muito bom, e virado pela maioria das pessoa, com o gasto de muitas horas. Acho que é o RPG mais jogado do mundo. O jogo onde o objetivo é pular na cabeça de tartarugas virou uma espécie de símbolo da Nintendo.

Final Fight, e a arte de sair na rua batendo em bandidos. Clássico dos fliperamas, é um dos meus jogos favoritos. Andar na rua, bater nos marginais, quebrar coisas e ainda ser chamado de herói. Que sonho cara, que sonho.

Não que eu seja contra os novos jogos e consoles. Eu até não jogo tanto videogame assim, mas o Super Nintendo tem um lugar no meu coração.

Written by Dyeison Martins

13 de outubro de 2009 at 17:21

Publicado em Games