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Archive for fevereiro 2010

Knights of the Old Republic: RPG para Jedi

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Apesar de ainda não ter dedicado nenhuma página desse blog a Star Wars, creio que mais de uma vez fiz referências a trilogia, e ao fato de ser fã dela. Analisar os filmes seria um trabalho longo, e me obrigaria a ter de ver todos eles de novo (o que para mim seria um sofrimento).

Recentemente chegou a minhas mãos o excelente jogo Knights of the Old Republic, para PC. Como a pouco terminei ele (tanto do lado da luz como o lado negro), nada melhor que o primeiro texto de Star Wars desse blog ser sobre o, considerado por muitos, melhor jogo do universo de George Lucas, e também um dos dez melhores da década.

Um RPG clássico, criado pela Bioware, usando o sistema do clássico Dungeons & Dragons. Acho que foi desenvolvido depois de Neverwinter Nights, esse para o medieval mundo de Forgotten Realms. Neverwinter Nights já havia sido recebido com festa e elogios, agora, KotOR consegue ser muito superior ao seu jogo “irmão”. E consegue também inovar no mundo de Star Wats.

A história se passa uns 4 mil anos antes da Batalha de Yavin (marco zero no mundo de SW, e para quem não sabe, é a batalha onde a Estrela da Morte é destruida por Luke Skywalker no final do Episódio IV). Existem muitos Jedi e muitos Sith, e a galaxia é ameaçada por um Lorde Negro chamado Darth Malak, discipulo de um morto Darth Revan. Com direito a texto amarelo passando num fundo espacial e tudo.

Depois de criar seu personagem (muito fácil, mesmo para quem nunca jogou D&D) o jogadores passa por um rápido tutorial numa navezinha, onde ele aprende os fundamentos de como jogar, trocar e usar itens, trocar de personagem, essas coisas. Ele cai no planeta de Taris, com a missão de resgatar a Jedi Bastila. Como é geralmente nesse estilo de jogo, nada é tão simples. Você vai ter que, entre outros, invadir bases Sith, vencer corridas de Swoop e desvendar enigmas. E seu grupo começa a se formar, já em Taris.

Após resgatar Bastila, o grupo vai até Dantoine para o principal (você) começar seu treinamento Jedi, e lá começa a grande missão da busca pelos Star Maps, que revelarão a localização de algo chamado Star Forge, algo que Revan e Malak já encontraram.

Existem muitas grandes sacadas no jogo. Alem de inumeras referências a situações e dialogos da Trilogia Clássica. Mas uma das coisas bacanas mesmo é o fato de que todos os seus aliados tem uma história que pode ser contada, e que no final levará a uma side quest. E conforme o seu relacionamento com eles, as reações serão diferentes. Destaque para o relacionamento do personagem principal com a Bastila. No meu caso pelo menos foi um romance a lá Han Solo (mestre) e a Princesa Leia. Romance esse que muda o desenrolar da história.

Olha, eu não vou ser trouxa de contar o final, até porque seria uma sacanagem. Mas entre as coisas que eu posso contar sem estragar o final é que foi mantido a realidade de poderes. Quando o principal descobre a “verdade”, ele está num nível tão alto que não existem inimigos com capacidade para enfrentá-lo, e ele só precisa ir trilhando seu caminho até o aguardado confronto com o Lorde Negro dos Sith (e destruindo míriades de oponentes, é verdade, mas é muito fácil).

Eu só admito que o final ficou um pouco fraco. Apenas umas pequenas animações, tanto para os dois lados. E a interessante descoberta pessoal que o Lado Negro não é o caminho, visto que enquanto no final do Lado da Luz existe toda uma mensagem positiva, romance, coragem, superação e até redenção, no lado negro o final é algo meio monótono. Mas mesmo assim, vale muito a pena. Olha que eu não curto muito esse estilo de jogo, pois acho muito demorado. Mas o jogo é rápido, não é preciso ficar parando para ganhar níveis, eles vêm naturalmente e na medida necessária. São apenas cerca de vinte horas de jogo, e elas valem a pena. Eu recomendo.

Written by Dyeison Martins

22 de fevereiro de 2010 at 17:23

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Uma Outra História Americana

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Os filmes do início dos anos noventa foram marcados principalmente por dramas pessoais e com grandes  atores atuando quase que para eles próprios. Rain Man, Forest Gump, Philadelphia, Perfume de Mulher, As Pontes de Madison… até culminar no grande Titanic, uma das maiores bilheterias de todos os tempos (e, na minha opinião, um filme detestável). Tirando Coração Valente, não lembro de filmes não-drama fazendo sucesso e ganhando prêmios. Mesmo o western Os Imperdoáveis (com o mestre Clint Eastwood) também pode se encaixar no quesito dramalhão.

Poucos filmes de impacto dessa época (pelo menos que eu lembre) eram direcionados a algo que não drama. Haviam claro os eternos fimes de ação, que viviam o momento dourado do triunvirato de ferro Arnold Schwarzenegger, Silvester Stalone e Jean Claude Van Damme. Alguns dos melhores filmes dessa galera sairam nessa época. Só para citar alguns, True Lies, Os Matadores e Leão Branco

Mas não é sobre dramas emocionais com grandes atores ou filmes de ação que eu quero falar hoje. Eu quero falar (lembrar alguns, provavelmente) do lendário filme Uma Outra História Americana (American History X), com o Edward Norton numa de suas melhores atuações.

Norton é um lider de uma gangue de skinheads de Los Angeles. A gangue começa a crescer e se tornar um exército, enquanto ele segue os ensinamentos de um velho professor nazista. Quando a violência se torna algo comum em sua vida, ele é preso por matar três negros que tentaram roubar seu carro.

Passam-se três anos e Norton volta para sua casa, para encontrar seu irmão seguindo o mesmo caminho. Ai começa o filme, com o irmão mais novo (um Edward Furlong em excelente atuação) tentando se tornar a imagem qu elembra do seu irmão mais velho, enquanto um arrependido Norton começa a nos mostrar por flashbacks tudo que aconteceu com ele na cadeia, e como isso o mudou profundamente.

Esse é o legal do filme, a mensagem positiva. Mesmo sendo um lider skinhead, Norton sofre na cadeia. Depois de brigar com a gangue que o protegia, ele encontra refúgio e proteção na amizade de um negro, que é seu colega de trabalho e aos poucos vai virar seu único amigo. E também mostra o porque dele (e a maioria de seus colegas, inclusive seu irmão) se tornaram o que são.

Recomendo muito, mesmo. Principalmente para quem ainda vive seguindo preconceitos ridículos.

Written by Dyeison Martins

12 de fevereiro de 2010 at 17:21

Publicado em Filmes

Brasil pronto pra Copa

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Parece que finalmente conhecemos a seleção que vai para a Copa. A seleção do Dunga no Mundial da África do Sul: Julio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e (ainda não sabemos); Gilberto Silva, Felipe Mello, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Esse é o time que vai nos defender na Copa. Gostemos ou não.

A delegação ainda contará com pessoas como Josué, Julio Baptista, Nilmar, Adriano, Doni, Victor, Luisão… Sim, não é o dream team que muitos queriam, mas desde quando os dream team do Brasil conseguiram ganhar alguma coisa? Ou eu preciso lembrar-lhes de 82 e Junior, Falcão, Socrates, Zico e Eder?

Claro, existem algumas questões abertas. O Gordo Ronaldo é uma delas. Deveria ele ir ou não? Os mesmos jornalistas que depois de 2006 disseram que ele estava acabado para o futebol, são os que pregam ardorosamente seu retorno. O que a camiseta do Timão não faz, hein?

Já escrevi um longo comentário a respeito de Ronaldinho Gaúcho. Para resumir, ele não é mais aquele mágico de antes e deixou passar a sua grande chance de provar que seus críticos (entre eles eu) estavam errados. Não o fez e ainda conseguiu coroar uma partida apenas mediana com um penalti perdido. Ai depois quer voltar pra seleção?

Como eu já disse, esse é o time. É time para ser campeão? Não tenho dúvidas que pode. Há seleções num melhor momento, como a Espanha e a Holanda. Existe uma Argentina que chega aos fragalhos na Copa, o que sempre é perigoso (vide o próprio Brasil em 94 e 2002). Se a Inglaterra passar por seus problemas internos, também vai incomodar.

Sei que eu já estou “seco” para que começe de uma vez essa Copa. E que ganhe a melhor seleção.

Written by Dyeison Martins

10 de fevereiro de 2010 at 15:06

Publicado em Futebol

Amarcord, de Fellini

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É muita pretensão a minha de escrever uma crítica sobre um filme de Federico Fellini. Admito, é mesmo pretensão escrever sobre um dos maiores diretores de todos os tempos. Por isso não tente ler isso como uma crítica, e sim muito mais como apenas um comentário quase leigo sobre o filme. E um grande filme, se me permitem.

Amarcord, de 1973. O nome vêm de “Io me recordo”, na maneira como era dita na região de Rimini, berço do diretor. Um diretor já experiente e consagrado, Fellini resolve no contar um pouco de como foi a sua infância, como era viver na Itália facista da década de 30.

“Cante a tua aldeia e serás universal” disse Tolstoi. É exatamente isso o que Fellini faz durante as duas horas de filme. Contando sobre a infância e adolescência, sobre o colégio, o cinema, masturbação, garotas. Também fala sobre a religiosidade da Itália e sobre o crescimento do fascismo. Muito pode até não parecer ter nenhuma relação com o crescimento de nós homens (e porque não mulheres) que nasceram depois da gravação de “I want to hold your hand” – existe maneira melhor de dividir a história atual do que a primeira gravação dos Beatles? – mas mesmo assim, crianças são crianças, e passam pelos mesmos conflitos e sonhos desde as cavernas.

Fora isso, a cidade é bem engraçada também. Aquele clássico vilarejo, onde todo mundo conhece todo mundo. A ninfomaníaca ensandecida. Os pedreiros (sempre tem um poeta no meio, sempre). O ceguinho que toca acordeon. O tio louco, e seu clássico bordão “VOGLIO UNA DONNAAAA”. A cidade inteira indo de barco ver quando passa um cruzeiro, todos emocionados. As passeatas e corridas de automóvel. Quando começa a nevar e saem todos brincando na rua…

Acho que o Fellini poetizou e até idealizou um pouco suas lembranças. Mas mesmo assim é impossível não se deixar levar pelas reminiscências de um tempo tão passado, e de uma época tão feliz. A trilha sonora inesquecível de Nino Rota parece apenas melhorar um filme que já é lindo.

Lindo, não tenho vergonha nenhuma de chamá-lo assim. As imagens, o figurino, as situações e cenas, a trilha. Tudo isso torna Amarcord um filme dignamente lindo. “Io me recordo”…

Written by Dyeison Martins

8 de fevereiro de 2010 at 15:02

Publicado em Filmes

Conversas com Woody Allen

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Existem caras que não estão nem ai para o que os outros pensam deles. Poucos deles realmente importam alguma coisa, mas os que importam geralmente conseguem problemas com essa atitude. Woody Allen é um deles, pelo menos é o que parece em Conversas com Woody Allen, de Eric Lax.

O velho judeu está desde o começo da carreira lutando com algumas coisas. Entre as principais, que ele não é o cara que aparece nos filmes. Ele não é Alvy Singer, ou Harry Block ou Issac Davis, ou mesmo Leonard Zellig. Ele é Allan Konigsberg, judeu do Brooklin, comediante, ator, diretor, roteirista, escritor e ainda toca clarinete no tempo vago (que tempo vago, eu me pergunto).

É curioso também o fato dele acreditar que nunca fez um grande filme, e que é apenas um cineasta médio. Como ele mesmo se define, com pouco talento, sorte e muita supervalorização. Já que ele acha isso, eu e boa parte do mundo vemos coisas como Annie Hall, Hannah e Suas Irmãs, Manhattan e outros como obras-primas do cinema, mas o que eu penso não vêm ao caso aqui.

Mesmo com essa humildade exagerada, creio que o mais engraçado no livro é ler a relação de Woody com os prêmios. Ele diz que não importa quantos prêmios ganhe, isso não vai fazer ele viver para sempre. Tirando o dinheiro que ficará para seus filhos, poderiam juntar todos seus filmes e prêmios e jogar no lixo depois de sua morte.

Eu recomendo Conversas com Woody Allen para todos os fãs do cara (ia escrever “diretor”, mas já enumerei todas as suas profissões antes e é muito cansativo fazer isso de novo). Divido em períodos que vão desde o início dos anos 70 até o final de 2006, ele explica detalhadamente os diversos detalhes da montagem de um filme, passando por escrever o roteiro, atuação, edição, trilha sonora e até uma análise dele mesmo sobre toda sua carreira.

Só um porem. Parece que cada filme novo que ele lança sai uma edição “atualizada” desse livro. Peraê, eu comprei o livro (que é bem caro) e espero que ele seja definitivo. Se levar 5 anos para uma nova edição, eu até posso comprar, mas lançar uns dois por ano é demais.

Written by Dyeison Martins

5 de fevereiro de 2010 at 15:08

Publicado em Literatura

Jack Bauer retorna na Globo

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Entre os grandes problemas de ser pobre e não ter TV a Cabo, entre eles perder um numero sem fim de jogos de futebol e corridas, mais filmes, é o fato de não poder acompanhar um grande número de séries. Ai ficamos refens ou da Internet ou da TV. Bem, se o seriado passa no SBT, o problema não é tão grande assim. Já acompanhei as cinco primeiras temporadas de Supernatural e duas de Californication pela emissora, e sem reclamações.

Agora, se é um dos seriados que passam pela terrível emissora Globo, ai só lamento. Comecei a acompanhar Lost por lá, e garanto que não adquiri satisfação nenhuma, só horas de sono perdidas. Agora, recomeçou 24 horas. Já posso me ver novamente rezando para o contador passar mais rápido, enquanto assisto Jack Bauer torturar e matar terroristas pelo bem da América (a dele, não a minha, é claro).

Começou a sétima temporada (ou seja, já são seis anos nessa briga contra o sono). E começou bem, com o retorno do Tony Almeida, agora um terrorista. Aconteceu alguma coisa com Jack Bauer, provavelmente no filme que eu não assisti, e ele está sendo julgado por alguma coisa. Ele realmente quebra coisas como os direitos humanos, e mesmo em bandidos isso não é muito legal. Pelo menos eu acho isso, outras pessoas (entre elas minha mãe) dizem que bandidos tem mais é que morrer, e da maneira mais cruel possível. Mas vamos evitar entrar nesse assunto.

Ataques terroristas, antigos inimigos aparecendo, uma conspiração governamental e chamam Jack Bauer para socorrer a todos. Sempre é assim, e mesmo assim a série mantém o charme e a ação. No episódio 2 Jack já começou a mostrar porque é uma mistura de MacGyver com Solid Snake. Falando nisso, em todas as temporadas é visível que se todos fizessem o Jack Bauer manda (e por todos eu me refiro aos aliados e superiores dele) ao invés de ficar atrapalhando, as temporadas não teriam nem perto de 24 horas.

Então, é mais um dia assistindo Jack Bauer caçar, torturar e matar terroristas. E acompanhar intrigas na Casa Branca e golpes de grandes grupos terroristas. Ação da melhor qualidade, se o desejo é isso. Roteiro sempre bem feito, atores escolhidos a dedo, mesmo para pequenas participações (por exemplo, um dos assassinos empregados pelo Tony é o cara do filme How to be a Serial Killer, um baita ator, e num papel pequeno). Tudo bem que ninguem come ou vai no banheiro, mas como o tempo corre mesmo nos intervalos, o próprio Kiefer Sutherland (ator que interpreta o Jack) disse que é nesse período que ele vai dar uma mijada ou coisa assim. Isso quando não está torturando terroristas para obter informações.

Ah, ótimo momento para um Jack Bauer Fact: “Jack Bauer uma vez esqueceu onde havia colocado as chaves do carro. Ele se torturou durante meia hora para obter a informação”.

Written by Dyeison Martins

3 de fevereiro de 2010 at 15:29

Publicado em Seriados

Constatações depois do Grenal

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Se existe um lista de coisas que eu realmente não gosto, perder um Grenal estaria no Top 5. E o pior, da forma como perdeu.

Agora começam os primeiros murmurinhos a respeito do trabalho do Silas. Até agora, vejam bem, até agora, ele não acertou o time. Ele esta tentando de todas as formas juntar Souza e Hugo no time. E não dá. São dois meias de qualidade, mas completamente displicentes.

A direção reforçou do meio para frente, mas não do meio para tras. Acredito que temos sim volantes e zagueiros de qualidade: Adilson, Fabio Rockenbach, William Magrão. Ta, a zaga não está essas coisas, mas não podiamos saber que o Leo e o Rever iam sair. Falta sim um lateral direito, isso falta. Um zagueiro e um lateral direito e fecha o melhor Grêmio dos ultimos cinco anos. Alias, desde 2002.

Fato é que o time vinha vencendo mais pela qualidade individual de seus jogadores do que pelo time em si. Quando não aconteceu isso, no Grenal, ele perdeu. O time não rendeu o esperado. Agora, não da para entender coisas como Joilson retornar ao time. Ele não jogou nada no ano passado, ia ser dispensado, ai de repende é titular no Grenal? Na ala? Ah, por favor, o Silas inventou nisso ai.

Tudo bem, Jonas e Borges (os caras que estão carregando o time nas costas) não jogaram bem. Foram marcados, tiveram poucas chances claras de gol. Mas não dá para colocara a culpa neles. E o Souza, o que ele fez? Como sempre, andou perdido em campo, tentou uns dribles e cobrou ridiculamente os escanteios. Quando essa coisa vai sair do Grêmio? Pior ainda, escutar que isso é o craque do time.

No fim, aconteceu o provável. O Inter, mesmo sendo um time meia-boca, estava mais organizado e venceu. É uma daquelas derrotas anunciadas que podemos ou não tirar coisas. Joilson é sim descartável. Souza e hugo não são titulares obrigatórios, nem são tão bons jogadores assim. As pessoas teimam em esquecer que eles eram reservas no São Paulo. O mesmo com o Borges, que eu acho sim um bom jogador.

Se eu não me engano foi o Menotti, técnico argentino campeão da Copa de 78 (aquela seleção que tinha o Kempes) que dizia: “una equipe se arma de tras para delante”. Primeiro é importante fazer uma defesa forte. Grandes zagueiros ajudam, mas o mais importante é que a defesa esteja bem postada e preparada. Depois, os volantes. Com o retorno do Magrão, a melhora física do Rochenbach vamos ter isso. Ai sim, os meias. Douglas é titular, o armador clássico. Quem fará companhia para ele? Hugo, Souza (esse parece que já era para o resto do ano) ou mesmo Maylson ou Mithiuê?

O ataque é Borges e Jonas, não tem o que discutir. Vamos lá seu Silas, é hora da reação. Acertar esse time de uma vez, chega das estrelas mandando, o quarteto tricolor do São Paulo e essas coisas. Vou torcer para que as coisas sejam como foram com o Tite no início, um pouco perdido, mas depois as coisas se acertam.

Pelo menos para melhor as coisas, segunda começam os treinos da F1. Finalmente. Go Ferrari, go Alonso.

Written by Dyeison Martins

1 de fevereiro de 2010 at 15:36

Publicado em Grêmio